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interreg europePromover a melhoria das políticas e instrumentos de cooperação transfronteiriça como ferramentas de desenvolvimento e proteção do património cultural e natural.

EPICAH.pdf

www.interregeurope.eu

O Eixo Atlântico participa em duas visitas de estudo no âmbito do projecto EPICAH

Durante o ano de 2022, o projeto EPICAH teve a oportunidade de usufruir de uma extensão do projeto em que os seus parceiros analisaram as consequências do COVID19 nas fronteiras do projeto e, mais especificamente, nos seus instrumentos de cooperação transfronteiriça
| Internacionalización

A Plataforma de Aprendizagem de Políticas Interreg Europe “visita” Portugal

A Plataforma de Aprendizagem de Políticas de Interreg Europe continua ‘na estrada’ e fez uma paragem pelas regiões portuguesas num evento online no dia 19 de outubro no qual participou o projeto EPICAH, em colaboração com a região do Alentejo, com o objetivo de juntar autoridades para analisar os desafios da política ecológica
| Internacionalización

Projeto EPICAH analisou a Cultura como motor de um novo modelo económico de desenvolvimento sustentável

No dia 14 de setembro, a capital da Galiza, Santiago de Compostela, foi palco de um seminário organizado pelo Eixo Atlântico para encerrar a segunda fase do projeto EPICAH, financiado pelo Interreg Europe, que analisou como y porquê a cultura é um poderoso motor de um novo modelo económico para o desenvolvimento sustentável
| Eixo Atlantico

O projeto EPICAH analisou o Turismo como ferramenta de desenvolvimento conjunto da fronteira luso-espanhola

Produto do projeto EPICAH, financiado pelo Interreg Europa, o seminário organizado pelo Eixo Atlântico que teve lugar em Maia, centrou-se no papel do turismo como sector chave e oportunidade de recuperação económica e fixação populacional no território e, portanto, na conveniência de ser considerado uma prioridade para o próximo programa de cooperação transfronteiriça Espanha-Portugal
| Eixo Atlantico

Hoje desde as 9h00 Seminário da Cooperação Transfronteiriça em direto por streaming

O Eixo Atlântico irá realizar hoje,15 de julho, desde 09h00,desde o Município de Maia um seminário sobre as estratégias de desenvolvimento turístico conjunto e a sua viabilidade no próximo POCTEP 21-27. Esta jornada enquadra-se no âmbito do projeto EPICAH, financiado pelo Interreg Europe. O aceso é gratuito e virtual
| Eixo Atlantico

Seminário Braga

Foro Internacional de Turismo de Frontera Europeo

O Eixo Atlântico promove a denominação “Turismo de Fronteira” como um novo espaço de desenvolvimento económico

O Eixo Atlântico promove a denominação “Turismo de Fronteira” como um novo espaço de desenvolvimento económico

Cerca de 200 especialistas e responsáveis dos municípios da fronteira luso espanhola reuniram em Braga, convocados pelo Eixo Atlântico, para debater num fórum internacional um novo conceito no qual a organização transfronteiriça tem vindo a trabalhar há 2 anos. O bem-sucedido slogan “2 Países, 1 Destino” que já se utiliza em várias fronteiras europeias, complementa-se com o novo, “Não cruzes a fronteira, percorre-a”. O Eixo Atlântico promove, desta forma, um novo conceito, “Turismo de Fronteira” um novo nicho de desenvolvimento económico orientado à excelência.
No Fórum de Turismo de Fronteira foi apresentado, pela primeira vez, um diagnóstico da situação turística da fronteira luso espanhola, a mais longa da Europa, assim como um plano estratégico para o seu desenvolvimento como destino único.
Os participantes debateram, ao largo da jornada, a preservação do património natural e cultural da fronteira como um dos seus pontos fortes que deve ser orientado para um turismo sustentável de excelência, um turismo baseado nos 4 eixos que constituem estes pontos fortes:
• Turismo Monumental e Cultural
• Turismo de Natureza
• Enoturismo e turismo gastronómico
• Turismo de Água e Saúde
Neste fórum apresentaram-se as experiências de outras fronteiras europeias de países como Grécia, Estónia, República Checa, Roménia e Hungria, que desenvolveram, nos dois últimos anos, o mesmo projeto à escala europeia, liderados pelo Eixo Atlântico. O fórum contou, também, com a participação de representantes das Autoridades de Gestão dos programas de Cooperação de diferentes fronteiras europeias que expuseram os seus modelos e propostas.
No Fórum foi analisado o “efeito fronteira” e o seu impacto no desenvolvimento turístico, tanto na preservação de património cultural e natural transfronteiriços, assim como as diversas estratégias encaminhadas a transformar um handicap numa vantagem competitiva.
Além disso, analisaram-se os mecanismos para alinhar estas políticas com os programas europeus que os possam financiar, especialmente com o programa de Cooperação Transfronteiriça.
O eurodeputado português, José Manuel Fernandes, informou que, pela primeira vez, há uma linha orçamental para o turismo, proposta no orçamento provisório que terá que ser debatido e aprovado pelo novo Parlamento Europeu.
A próxima reunião será em Bruxelas, no mês de novembro, num fórum com os novos eurodeputados onde se apresentará a necessidade de que a União Europeia desenvolva uma política de proteção do património cultural e natural e, consequentemente, uma política de turismo para toda a UE que, na atualidade, é inexistente. Por isso, o Eixo Atlântico apresentará a necessidade de que o turismo conte com um ou uma Comissária europeia de turismo.
Os participantes neste projeto consideram surpreendente que, apesar do peso que tem o turismo no PIB europeu, não conte com uma política específica comum para o seu desenvolvimento.
Na cerimónia de encerramento interveio o conselleiro de Cultura, Educación y Ordenación Universitaria da Xunta de Galicia, Román Rodríguez, o vice-presidente do organismo Turismo Porto e Norte, Inácio Ribeiro, e a secretária de estado de Turismo de Portugal, Ana Mendes Godinho, que interveio por vídeo ao encontrar-se de viagem na Croácia.

IMAGENS

PALESTRAS:

pdf1.- Raúl de Castro (ES 8MB)

pdf2.- Carmen Pardo (PT 1,6MB)

pdf3.- Paco Palomo (ES 5MB)

pdf4.- Varico Pereira (PT 1,2MB)

pdf5.- Ana Ladeiras (PT 2,4MB)

pdf6.- Jose Palma Andrés (PT 1,2MB)

pdf7.- Fofi Zagoritou (EN 1MB)

pdf8.- Andrea Kakas (EN 1,7MB)

pdf9.- Adrián Vecino (ES 4,6MB)

pdf10.- K. Karamarkos (EN 1,7MB)

pdf11.- Margit Säre (EN 1,1MB)

pdf12.- Attila Kóvaks (EN 14MB)

pdf13.- Karolína Duschkova (EN 3,6MB)

pdf14.- Paul Dancu (EN 6,4MB)


Seminário Bruxelas

O Turismo de Fronteira na agenda de Bruxelas

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O Eixo Atlântico reúne com as instituições europeias para impulsionar o Turismo de Fronteira

O turismo representa mais de 10% do PIB da UE. Com crescimentos sustentáveis de 3,2% anuais em número de visitantes e receitas, em 2017, de 342 mil milhões de euros, segundo o relatório 2018 da Organização Mundial de Turismo, o turismo é um dos principais motores económicos da União Europeia, não apenas das principais capitais europeias, mas também dos territórios periféricos. Estes territórios são, também em muitos casos, transfronteiriços, o que acrescenta valor à sua oferta turística que costuma ter um perfil diferenciador baseado no património, na cultura, na natureza e na enologia.

No entanto, este turismo representado pelo conceito promovido pelo Eixo Atlântico “2 países, 1 destino”, encontra-se com vários problemas que dificultam o seu desenvolvimento. Embora algumas limitações ao turismo como o roaming já tenham sido solucionadas, os problemas de conetividade ou logística, como o aluguer de um veículo num país e a sua devolução em outro, o pagamento de portagens nas autoestradas de Portugal, sobretudo para os turistas, assim como as dificuldades na conservação do património e a promoção como destino turístico, ainda estão pendentes de solução.

A dinâmica atual prima a quantidade sobre a qualidade. Assim a estratégia dos governos baseia-se em promover os grandes destinos tradicionais para poder apresentar grandes números, relegando a aposta estratégica por outros territórios que permitiriam diversificar o impacto positivo do turismo e minorar o impacto negativo já verificado em algumas cidades europeias como Lisboa, Barcelona, ou Veneza, entre outras, pela massificação turística.

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Durante os 3 últimos anos o Eixo Atlântico liderou o projeto EPICAH, no âmbito do programa europeu Interreg Europe. Neste contexto uma equipa de especialistas de 8 regiões fronteiriças europeias analisou problemas e possibilidades do desenvolvimento turístico no âmbito do Turismo de Fronteira.

Duas das principais conclusões deste trabalho são:
1.- A necessidade de um programa-quadro de Turismo Europeu com especial atenção a um subprograma de Turismo de Fronteira.
2.- A necessidade de que a Europa conte com políticas de promoção e proteção do património natural, cultural e monumental, o que até agora não acontece.

A ausência de uma política de património da União Europeia está camuflada nas políticas da UNESCO que promovem a proteção do património, mas que não tem competências para travar a sua deterioração ou as consequências de urbanismos agressivos.

Assim, depois do debate prévio que teve lugar no Fórum de Turismo de Fronteira Europeu, realizado no passado mês de maio na cidade de Braga, esta manhã e convocada pelo Eixo Atlântico, realizou-se em Bruxelas uma reunião, na sede do Comité das Regiões, à qual assistiram os representantes das 8 regiões envolvidas no projeto, 16 eurodeputados destas regiões, a responsável de Turismo da DG de Mercado Interno da Comissão Europeia, membros das representações permanentes dos países participantes perante a União Europeia e membros do Comité das Regiões.

Nesta reunião foi pedido aos eurodeputados que assumam e defendam a criação de uma política europeia de Turismo e a promoção da proteção do património natural, monumental e cultural.

Também se apresentaram questões como a revisão da Diretiva de Segurança aérea nos aeroportos em relação aos líquidos que prejudica seriamente os mercados locais uma vez que impede os viajantes, quase todos com bagagem de cabine por imperativo das companhias aéreas, a não levar recipientes comuns, o que os obriga, praticamente, a consumir nos duty free dos aeroportos perante a impossibilidade de levar nas suas bagagens de mão recipientes com mais de 100 ml. Esta situação pressupõe um forte prejuízo dos produtos dos mercados tradicionais da Europa como vinhos e licores, azeites, marmeladas ou produtos cosméticos, entre outros.

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Eurodeputados portugueses defendem turismo de fronteira

Num amplo debate de mais de duas horas de duração, o eurodeputado português do PSD, José Manuel Fernandes, assinalou que é “necessária uma estratégia comum para o turismo na União Europeia já que o turismo beneficia a todos os estados membro da EU”.

Assistente ao ato também se encontrava Manuel Pizarro, eurodeputado do PS, para quem “é necessário um setor turístico que seja sustentável, não só ambientalmente, senão também desde o ponto de vista político e social. O Parlamente europeu não pode explicar que vão trabalhar para melhorar a qualidade dos cidadãos europeus e que esta política não tenha reflexo no orçamento”, concluiu.

No projeto europeu EPICAH, financiado pelo programa Interreg Europe participam entidades das fronteiras de Espanha-Portugal, Letónia-Estónia, República Checa-Alemanha, Hungria-Eslováquia, Roménia-Hungria, Itália-França e Grécia-Macedónia.

A conclusão mais importante do fórum, além das mensagens que se transmitiram aos representantes das instituições comunitárias presentes, foi o compromisso de trabalhar conjuntamente estas propostas, cujo grau de desenvolvimento será analisada, novamente, no final do próximo ano, uma vez que a nova Comissão Europeia tomou posse há poucos dias.

Neste contexto, o Eixo Atlântico enviou uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em que, depois de a felicitar pela sua nomeação, lhe recorda que “Apesar da importância do setor turístico na Europa, do seu peso no PIB e da força que o âmbito turístico representa na União Europeia, não existe na Comissão nenhum comissário/a desta matéria”.

Por este motivo, o Eixo Atlântico solicita formalmente que “considere a possibilidade de o novo colégio de comissários contemplar uma área específica centrada no turismo e a ser possível, um comissário ou comissária com esta competência”.

IMAGENS