Manuel Dios, Jose Pinto e Vázquez Mao participaron en el programa mensual
Manuel Dios, José Pinto e Vázquez Mao participaram no programa mensalO âmbito educativo foi abordado no programa mensal que a Rádio Vigo Grupo de Comunicação dedica à Euro-região através do programa “Hoy por Hoy” da Cadena Ser e Localia Televigo, que também emite a Antena Minho.
Nesta ocasião, o debate apresentado por Jacobo Buceta contou com a participação do concelleiro de Educación de Santiago, Manuel Dios; José Pinto, Chefe da divisão de Educação de Vila Real e Xoán Vázquez Mao, secretário-geral do Eixo Atlântico.
Durante o debate abordou-se o início do ano letivo neste mês de setembro. Manuel Dios, que também é o presidente do Grupo Temático de Educação do Eixo Atlântico, destacou que este âmbito, juntamente com a saúde, são os setores mais sensíveis da sociedade e que não devem sofrer cortes. A esse respeito, sublinhou a sintonia na colaboração com a Xunta na hora de abordar as competências comuns no âmbito da educação.
Além disso, Dios valorizou o compromisso existente para colocar em marcha no próximo ano letivo os intercâmbios escolares nas cidades do Eixo, um modelo que já funciona, segundo explicou, em muitas cidades Património da Humanidade. Assim como a disposição dos concelhos de Braga e Santiago de organizar conjuntamente a Capital da Cultura do Eixo de 2020.
Por seu lado, José Pinto, indicou que o dinheiro utilizado em educação não devem ser considerados uma despesa, mas sim um investimento. Além disso, José Pinto explicou que neste ano letivo os alunos de Vila Real receberão informação sobre o que é o Eixo Atlântico, reforçando assim os laços com toda a Euro-região Galiza-Norte de Portugal.
Uma destas iniciativas que contribuem para o fortalecimento da Euro-região é a Mostra musical de Novos Intérpretes, que no próximo mês de maio terá lugar em Vila Real.
Nesta linha, o secretário-geral do Eixo Atlântico destacou a importância de educar os alunos da Euro-região nessa cultura comum a ambos os lados da fronteira, mostrando aos cidadãos do futuro do futuro que somos a mesma gente, com quase a mesma língua, “porque se são educados nesta cultura poderemos acabar com os localismos e com os populismos”, indicou.