Skip to main content

Portugueses que fiquem menos de 24 horas na Galiza sem obrigação de registo

Portugueses que fiquem menos de 24 horas na Galiza sem obrigação de registo

O indicou a Junta da em resposta escrita a um pedido de esclarecimento do Eixo Atlântico

Os portugueses que permaneçam na Galiza durante menos de 24 horas “não têm obrigação” de declarar a sua chegada àquela comunidade autónoma espanhola, esclareceu hoje o Serviço Galego de Saúde da Junta da Galiza.

Covid-19: Portugueses que fiquem menos de 24 horas na Galiza sem obrigação de registo

“O registo de viajantes está pensado para aquelas pessoas que vão estar na Galiza mais de 24 horas”, indica a Junta em resposta escrita a um pedido de esclarecimento do Eixo Atlântico e a que a Lusa teve acesso.

No documento, o secretário-geral Técnico da Saúde da Junta da Galiza, Alberto Fuentes Losada, explica que os portugueses que pretendam permanecer menos de 24 horas em território galego, “seja por trabalho, reuniões, visita”, não estão incluídos nessa medida e “não têm obrigação de se registar”.

Para o secretário-geral do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, entidade que se dedica a apoiar iniciativas que fomentem a cooperação entre o Norte de Portugal e a Galiza, esta é uma “medida de discriminação positiva para os portugueses”, atendendo às características das regiões.

“Portugal não podia ser tratado como um país estrangeiro”, assinalou Xoan Mao.

O esclarecimento surge um dia depois de a região da Galiza ter incluído Portugal na lista países cujos viajantes têm a obrigação de declarar a sua chegada à comunidade autónoma espanhola por serem de territórios considerados de "alta incidência" da pandemia de covid-19.

Quem chegar à Galiza depois de ter estado num dos territórios dessa lista durante as duas semanas anteriores à sua chegada deve comunicar num prazo máximo de 24 horas e registar os seus dados de contacto numa página da Internet desenvolvida especificamente para este propósito, de acordo com a resolução aprovada pelas autoridades regionais.