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O Eixo Atlântico participa na renovação da Carta de Leipzig sobre cidades europeias sustentáveis

O Eixo Atlântico participa na renovação da Carta de Leipzig sobre cidades europeias sustentáveis

A Comissão Executiva do Eixo Atlântico aprovou no passado dia 10 esta publicação que quer contribuir para o processo de reflexão para a renovação dos compromissos dos países da UE com uma política urbana vocacionada para a sustentabilidade e para o desenvolvimento

No próximo dia 30 de novembro será assinada a Renovação da Carta de Leipzig, inicialmente assinada em 2007 com o objetivo de estabelecer princípios e estratégia comum para a política de desenvolvimento urbano dos Estados membros da UE.

Tudo o que se relaciona com a cooperação e com a política urbana é de grande relevância para o Eixo Atlântico, especialmente neste caso uma vez que a nova Carta de Leipzig será assinada num contexto em que as cidades cobram força como garantes do bem-estar, da sustentabilidade e do desenvolvimento territorial.

Neste contexto, tendo seguido de perto o processo de renovação desta carta e querendo contribuir para o mesmo, o Eixo lança esta publicação, realizada por autores de elevado e reconhecido prestígio na matéria:
- Martín Fernández Prado. Dr. Arquiteto em Urbanismo pelo GSD de Harvard University e professor de urbanismo na Escola Técnica Superior de Arquitetura da Universidade da Coruña.
- Ángela de la Cruz Mera. Subdiretora Geral de Políticas Urbanas do Ministério de Transportes, Mobilidade e Agenda Urbana do governo espanhol e jurista especializada em urbanismo.
- Miguel Sopas de Melo Bandeira. Doutor pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e vereador de regeneração urbana, mobilidade, planeamento urbano e urbanismo da câmara municipal de Braga.
- José Santos Soeiro. Foi Presidente da Agência para o Desenvolvimento e Coesão e foi também Diretor Geral de Desenvolvimento Regional.

Assim, esta publicação não é uma mera comemoração da assinatura da Carta de Leipzig. Pelo contrário, reconhecendo a sua importância, os autores fazem uma reflexão sobre o que deveria significar a renovação desta Carta: o ponto de partida de um novo modelo de colaboração entre administrações assente na corresponsabilidade e na distribuição clara de competências, respeitando e impulsionando o papel das cidades.

Para o Eixo Atlântico, a política urbana será um dos grandes pilares para a reconstrução europeia pós-pandemia e uma área que deve ser impulsionada pela presidência portuguesa do Conselho da UE, a partir de 2021, aproveitando a liderança de um Primeiro-ministro que por ter sido presidente da câmara municipal de Lisboa, é plenamente consciente das necessidades mais urgentes dos governos locais.
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