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O Eixo Atlântico apresentou as políticas sociais que promovem a coesão transfronteiriça

O Eixo Atlântico apresentou as políticas sociais que promovem a coesão transfronteiriça

 A Comissão Política de Política Social do Eixo Atlântico, realizada na semana passada em Lugo, foi presidida pelo Presidente da Deputación de Lugo e da Comissão Política, José Tomé Roca, e pelo Secretário-Geral do Eixo Atlântico, Xoán Vázquez Mao

Na reunião também participaram o presidente do Concello de Carballo, Evencio Ferrero; a tenente de Alcalde do Concello de Ribeira, María Sampedro; a Vereadora de Coesão Social da Câmara Municipal de Braga, Carla Sepúlveda; e o Vereador de Gaia e presidente do Grupo de Trabalho de Desporto, Guilherme Aguiar. Também assistiram Roberto San Salvador e Fernando Villatoro, catedrático e investigador, respetivamente, da Universidad de Deusto.

O trabalho do Eixo Atlântico para o desenvolvimento da Agenda Urbana inclui a organização de quatro comissões políticas temáticas. Uma delas é a de Política Social já que um dos objetivos principais da entidade é garantir e promover a coesão social e económica do território da Galiza e do norte de Portugal, pelo que as políticas sociais são uma ferramenta fundamental para avançar para esse equilíbrio.

Nas políticas sociais é dada uma especial importância ao mundo rural. Os participantes da comissão concordaram que se deve levar os serviços públicos ao mundo rural para que os seus habitantes possam continuar a viver aí. Neste sentido, também se lembrou que se está a preparar uma proposta para que se destinem fundos europeus para a melhoria da mobilidade no rural para fixar população no território e para atrair turismo.

O Presidente da Comissão de Política Social assegurou que está convencido que: “o Eixo Atlântico continuará a cooperar para levar por diante ações e medidas que contribuam para continuar a avançar na melhoria da coesão social e económica. A cooperação entre territórios vizinhos, como a que ocorre no Eixo Atlântico há 30 anos, é uma potente ferramenta para chegarmos, juntos, mais longe do que seríamos capazes de conseguir em separado”.

Entre as ações a desenvolver a partir do Eixo Atlântico, acordou-se trabalhar na luta contra a lacuna transversal de género, a lacuna geracional e a lacuna digital, assim como a criação de um ecossistema de inovação transformadora, isto é, uma governação transversal, que incida na economia, no âmbito social, ambiente e na identidade cultural, focando os trabalhos de forma conjunta.