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O Eixo Atlântico alerta sobre os fundos para o Corredor de Mercadorias

O Eixo Atlântico alerta sobre os fundos para o Corredor de Mercadorias

O secretário-geral do Eixo Atlântico, XoánVázquezMao, alertou ontem da possibilidade de que o Governo espanhol não chegue a tempo de apresentar um bom plano diretor para solicitar os fundos do Connecting Europe Facility (CEF). 

A Galiza, juntamente com as Astúrias e Castela e León, estão a aguardar as obras de melhoria no chamado ramal noroeste do corredor Atlântico da Rede Transeuropeia de Transporte de mercadorias por transporte ferroviário. Para todas elas, a primeira estimativa da Adif é de 3.558 milhões, dos quais 1.293 são para renovações e o restante para novas construções.

Na sua edição de hoje, sexta-feira, El CorreoGallego, o cofinanciamento dos fundos CEF (30.615 milhões para as infraestruturas em toda a Europa durante o período 2021-2017) nas obras vão dos 30% até aos 50%, se bem cada Estado membro podeadicionar-lhes os de coesão limitados a que, entre ambos, não superemos 85%.

Vázquez Mao recorda que a 5 de março de 2019, enviou uma carta ao ministro de Fomento da altura e de Transportes agora, José Luis Ábalos, pedindo-lhe para conhecer o plano diretor, e preguntando se existiria um debate ou um prazo de apresentação de alegações. Foi apresentado quinze dias depois mediante um power point apresentados os planos gerais para o corredor. Desde então, assegura, não tem noticias e desconhece se o esboço de outubro de 2018 da ADIF é o plano definitvo.

“A única coisa que sabemos é o power point apresentado e queremos o detalhe das ações a executar”, assinala Vázquez Mao, que assegura que a Galiza se está a apostaro futuro nesta infraestrutura, que parte da renovação da via atual e novas ações como a necessária para salvar a zona montanhosa de Manzanal.

Por esse motivo lança um alerta aos políticos para que preguntem no Congresso em que situação se encontra o processo de petição de fundos para projetos concretos que se têm que efetuar este ano. “ Se não conseguirmos este primeiro pacote sofreremos um atraso de sete anos”, adverte, já que este é o ciclo dos orçamentos comunitários.

O secretário-geral do Eixo recorda que o ramal do corredor Atlântico utilizará a atual via que entra desde Ponferrada pelo Barco de Valdeorras ao porto seco de Monforte, de onde os comboios seguirãopara Ourense, Vigo, Pontevedra, Vilagarcía, A Coruñae Ferrol, ligando todos os portos galegos da fachada atlântica para dar saída às suas mercadorias.

Link para a notícia do Correo Gallego