Êxito da publicação “30 anos Já”, distribuído por vários grupos de media da Galiza e do Norte de Portugal
40.000 exemplares do livro “30 anos já” que comemora o trigésimo aniversário da queda do Muro de Berlim foram distribuídos gratuitamente com os jornais de 4 grupos de media da Galiza e do Norte de Portugal, no passado sábado, data deste acontecimento. O livro, editado pelo Eixo Atlântico, constitui uma reflexão coletiva sobre as causas e consequências geopolíticas daquele acontecimento histórico, ocorrido a 9 de novembro de 1989, quando foi demolido o muro erigido pela antiga RDA comunista que dividiu Berlim durante a Guerra Fria. A odiada barreira - que começou como uma cerca e acabou convertida numa fortificação desde a qual havia ordem para disparar nos fugitivos – foi levantada em 1961. “Este aniversário é um feliz pretexto para recordar as marcas indeléveis da Europa do pós-guerra, a importância da queda do Muro de Berlim, a Guerra Fria e o sentimento de esperança que esta Europa despertou e continua a despertar em todos aqueles que acenaram à liberdade por entre as ruínas”, referem no prólogo da publicação o presidente e a vice-presidente do Eixo Atlântico, Alfredo García e Luísa Salgueiro.
A nova edição do Eixo Atlântico “30Anos Já”, celebra a Queda do Muro de Berlim. “Um marco que alterou o curso da história e que modificou o trajeto do processo de construção europeu”, evidenciam, na nota introdutória do livro, o presidente e a vice-presidente do Eixo Atlântico, Alfredo García e Luísa Salgueiro, respetivamente. É precisamente para recordar a passagem destes 30 anos da Queda do Muro de Berlim, que o Eixo Atlântico produziu mais uma publicação, intitulada “30Anos Já”, que vai ser distribuída gratuitamente e, mais uma vez, em parceria com o jornal Correio do Minho amanhã, precisamente 9 de Novembro, assinalando a efeméride. “Para contrariar aquele sentimento de missão cumprida existem vários motivos que nos remetem para um tempo que julgávamos já ultrapassado. Tal como no século passado, também no início deste vemos com preocupação a ascensão dos populismos e dos autoritarismos, motivo pelo qual os antigos valores de liberdade, igualdade e solidariedade, que nunca saíram de moda, voltam a adquirir mais importância do que nunca”, alertam ainda na nota introdutória os responsáveis pela associação transfronteiriça. O Eixo Atlântico pretende lembrar aquela que é considerada ser “uma data chave na história moderna da Europa”, fazendo-o da forma que acreditam ser a melhor: “fomentando o conhecimento, a reflexão e o debate plural em liberdade”.
Entretanto, a publicação “30Anos Já” é composta por vários artigos de políticos, jornalistas e autores do Eixo Atlântico, começando com um trabalho introdutório mais extensivo da autoridade Julio Prada Rodriguez, professor titular de História Contemporânea da Universidade de Vigo, que faz toda a contextualização histórica e documental do período pós II Guerra Mundial, em 1945 - quando Estaline, Wiston Churchill e Truman se reuniram para definir a nova ordem pós-guerra, um mês depois da rendição da Alemanha. Seguem-se 22 artigos de Andoni Aldekoa (“El muro, por fin, há caido”), Maria Lúcia Amaral(“Trinta anos”), e Luís Braga da Cruz (“A Europa depois da queda do Muro de Berlim. A política de coesão europeia depois da adesão conjunta de Portugal e Espanha”). Seguem-se os artigos de Manuel Campo Vidal y Anabel Campo Vidal (“Viaje al corazón de Europa”), de Aníbal Cavaco Silva (“A Europa que começou em Berlim”), de Maria Cerqueira (“Construção da Europa: um desafio permanente”) e de Arlindo Cunha (“A Europa eo mundo após o colapso da cor-tina de ferro. Avançar em blocoe, se necessário, em geometriavariável”). O livro segue com os artigos de Luís Manuel Garcia Maña (“As fronteiras europeas despois da caída do muro de Berlín”), de Fernando González Laxe (“Efectos de la caída del muro de Berlín”) e de Eneko Landaburu(“Europa, te necesitamos!”).
A publicação “30 Anos Já” continua com os artigos de Carmen López (“Ciudadanía y fraternidad”), de José Luis Méndez Romeu (“Luces y sombras de la UE. 30 años después de la guerra fría”), de Emily O”Reilly (“AUE pode continuar a inspirar as gerações vindouras”), de José Palma Andrés (“Sem união, não há futuro para os povos da Europa”) e de Ana María Pastor Julían (“El sueño de la libertad”). Mas há muitos mais artigos para ler na obra: Pedro Puy fala do “Tempo avariado”, já Paulo Ramalho destaca a “União Europeia: um caso de sucesso, masque enfrenta desafios”. Xulio Ríos fala da “Europa debe ser Europa”, Miguel Santalices escreve sobre “Reforzar, desde abase, a lexitimidade europea” e María Val fala sobre “El debate sobre hacia dónde se dirige Europa sigue pendiente”. Também o secretário geral do Eixo Atlântico, Xoán Vázquez Mao, escreve o artigo “Por qué le llaman caminos a los surcos del azar (Fragmento de un poema de Antonio Machado) e, por último,Abel Veiga Copo faz um leitura sobre “Aquel muro, aquella Europa, esta realidad”.
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