Revalidou o seu triunfo de 2014 e converteu-se no campeão ao vencer na final o ADB Campo (4-0)
Depois de uns minutos à procura de inaugurar o marcador, este momento chegou, por obra do conjunto do Porto (1-0). Os ataques, muito rápidos, sucediam-se em ambas as áreas mas faltava em muitas ocasiões a precisão necessária para a finalização. No entanto, as duas defesas, muito coesas, não davam muitas oportunidades aos seus respetivos rivais.
Quando se completou a metade da primeira parte o Dragon Force que começava a conseguir entrar no campo do adversário, marcou o seu segundo golo (2-0). O conjunto laranja não era capaz de materializar ocasiões claras de golo, enquanto a equipa do Porto continuava a rondar a baliza rival. Com vantagem de dois golos no marcador chegava-se ao período de descanso.
Começava a segunda parte com o ADB Campo a tentar encurtar a distância do marcador, e um Dragon Force mais cómodo graças à sua vantagem. Aos cinco minutos do segundo tempo voltou a marcar a equipa do Porto (3-0) e quase sem tempo para a reação do adversário que atuava na final como visitante, chegava ao quarto (4-0). Embora o ADB Campo continuasse a tentar por diversas vezes, o Dragon Force não deu hipótese e só teve que gerir a sua vantagem para voltar a ser campeão do Eixo Atlântico.
Braga alcança o terceiro posto
Relativamente à semifinal do Torneio Eixo Atlântico, esta decorreu entre o Compañía de María Hockey e o HC Braga. Depois de uns minutos de jogo, o conjunto luso aproveitava uma transição rápida para inaugurar o marcador (0-1). Apesar do golpe inicial, o Compañía não se resignou e continuava a procurar o golo do empate. Consegui-o através de uma falta quando ainda não se tinha completado a metade da primeira parte da partida (1-1).
O HC de Braga tentava fazer danos na equipa contrária, aproveitando algum deslise na defesa dos corunheses, que tentavam avançar no marcador. Continuava o empate graças ao bom trabalho dos guarda-redes, que protagonizaram defesas de mérito. Tampouco ajudava o jogo defensivo, com poucas ocasiões por parte de ambas as equipas, embora algumas muito claras como um remate do Compañía de María, que bateu na trave. Com este resultado chegava-se ao intervalo do encontro, com tudo por decidir na segunda parte.
O Braga colocou-se à frente do marcador (1-2), mas o Compañía de María voltava a equilibrar o marcador (2-2). Uma grande atuação do guarda-redes do Braga evitava o terceiro dos locais. O jogo, muito disputado, não dava para respirar, mas ambas as equipas continuavam a tratar de terminar com igualdade no marcador.
A seis minutos do final o HC de Braga conseguia adiantar-se novamente no marcador (2-3) que era neutralizado pelo Cía de María, depois de um tempo morto, num contra ataque conseguindo igualar o marcador. Sem tempo sequer para festejar, a equipa de Braga golpeava depois do reinício no centro (3-4). O guarda-redes luso evitava o empate do Cía María com uma boa defesa. No final, empate no luminoso (4-4).
Os penáltis dissidiriam e foi o terceiro posto para o HC de Braga, depois de marcar duas das três grandes penalidades.
Classificação
1º FCP Dragon Force
2º ADB Campo
3º HC Braga
4º Compañía de María
5º ED Viana
6º HC Liceo
7º A.A Dominicos
8º CH Compostela
9º CART Guimarães
10º CH Carvalhos
11º Santa María del Mar
12º HC Borbolla