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Apresentado o dossier de candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027

Apresentado o dossier de candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027

Resultado final será conhecido apenas em 2023, mas trabalho desenvolvido deixa todos optimistas

Na apresentação do dossier de candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027 foi considerado uma importante etapa no caminho que a cidade de Braga vem desenvolvendo, apresentado, de um modo geral.

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga e responsável pelo pelouro da Cultural, foi um dos primeiros a discursar, tendo sido convidado a explicar aos presentes quando será possível conhecer-se a cidade vencedora.

“Estamos a dar a conhecer, a todos aqueles que contribuíram ao longos dos últimos vastíssimos meses para este projecto, o resultado final do nosso dossier de candidatura que submetemos para o júri. Teremos, dentro de algumas semanas, uma audiência para, de uma forma presencial, defendermos o dossier de candidatura e, no final do ano, saberemos se estamos ou não na “short list” que depois irá ser sujeita a uma nova avaliação para que seja tomada a decisão final que se espera que venha a ocorrer em 2023”, explicou Rio.

Para Cláudia Leite, coordenadora-geral do Braga”27, falou sobre o tema da candidatura, denominado “tempo de contemplação”. “Um dado fundamental que pretendemos ver respondido é não só o que a Europa pode trazer à cidade mas, sobretudo, como é que a cidade pode responder a este conjunto de questões europeias, fazendo algo de novo para a Europa. Aquilo que entendemos é que este tempo está completamente de acordo com o ADN da cidade e que Braga, pelas suas características e evolução, permite abordá-lo de uma forma única na Europa”.

Na fase final da apresentação, os moderadores questionaram Ricardo Rio sobre a percentagem de eventos que, caso a candidatura bracarense não seja escolhida, manter-se-ão na agenda.

“Não consigo avançar uma percentagem objectiva, mas estamos obviamente a falar de um número muito relevante, porque todos os anos há um compromisso objetivo por parte do município de alocar uma verba substancial para a área da cultura. No ano de 2022 vão ser entre 8 e 9 milhões de euros, só para política cultural, sem termos em conta a componente de investimento infraestrutural, sendo que isso se manterá, de forma duradoura, ao longo da próxima década, até 2029. Obviamente que muitas dessas iniciativas, com ou sem Capital Europeia da Cultura, vão ser uma realidade. É para isso que estamos a trabalhar, faz parte do modelo de desenvolvimento que adoptámos”, referiu o Presidente da Câmara.