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Novo edifício da Câmara de Valongo evoca identidade e quer marcar o território

Novo edifício da Câmara de Valongo evoca identidade e quer marcar o território

Tem a forma de uma trilobite e aposta na transparência do vidro e na ardósia

Vai ser uma nova câmara, mas ao mesmo tempo muito mais que um e edifício que alberga a câmara. Pelo menos é esse o grande objectivo do projecto dos novos paços do concelho de Valongo e centro cívico, que junta um edifício icónico, ligado à identidade de Valongo – em formato de uma trilobite, um ser paleozoico – ao conceito de multifuncionalidade, sustentabilidade e transparência.
Uma “câmara sem luxos”, que vem responder a uma necessidade antiga contará com um rés-do-chão com serviços, um salão nobre com capacidade para 700 pessoas sentadas (e mil de pé), uma galeria de arte e uma sala de imersão virtual que vai permitir a todos conhecer museus virtualmente e de forma gratuita. Os dois pisos serão para os gabinetes dos diferentes serviços e gabinetes da vereação e presidência. O edifício será energeticamente neutro, apostando nas energias renováveis, e feito de vidro e compósito de ardósia, um produto da terra.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Valongo, a meta é arrancar com a obra em agosto do próximo ano e realizar a inauguração em 2022. O investimento é de sete milhões de euros. Antes o município vai ainda expropriar os terrenos, cujo custo está orçado em 1,2 milhões de euros.
“Este edifício vai deixar uma marca num concelho cheio de história”, acredita o autarca.