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Cinco Câmaras do Eixo Atlântico foram reconhecidas pelas boas práticas locais

Cinco Câmaras do Eixo Atlântico foram reconhecidas pelas boas práticas locais

Boas práticas na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação dos municípios portugueses, reconhecidas em Guimarães

O Teatro Jordão, em Guimarães, foi palco da entrega dos galardões da 6ª edição do Prémio Viver em Igualdade. Foram distinguidas 25 autarquias com o Prémio Viver em Igualdade e atribuídas 9 Menções Honrosas pelas boas práticas locais evidenciadas na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação.

Os Municípios de Guimarães, Barcelos, Matosinhos, Mirandela e Vila Nova de Gaia, membros do Eixo Atlântico, foram reconhecidos com realce para “o excelente trabalho evidenciado na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação”.

A Secretária de Estado da Igualdade e Migrações, Isabel Almeida Rodrigues, vincou que prémio visa “incentivar com vista ao objetivo crescente de uma maior igualdade na vida de homens e de mulheres, em todos os territórios”, sublinhando o “compromisso político e a qualidade técnica” assumido por vários Municípios.

“A territorialização das políticas assegura uma maior eficácia nestas iniciativas porque promove o trabalho em rede e promove os atores locais, incentivando os Municípios darem continuidade a este trabalho, através de ferramentas como os Planos Municipais para a Igualdade de Género, a definição de Conselheiras para Igualdade de Género ou até a nomeação de equipas para trabalhar a Igualdade na Vida Local”, frisou.

O Prémio “Viver em Igualdade” tem como objetivo distinguir e reconhecer Municípios com práticas, a nível interno e no âmbito do território, que promovam a territorialização, identificação e apropriação local dos objetivos da “Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018-2030 – Portugal + Igual”, nas dimensões da igualdade entre mulheres e homens, da prevenção e combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica, e a prevenção e o combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género, e características sexuais.